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“Nem uma a menos!” Celebrar Março, em Abril p “Nem uma a menos!”
Celebrar Março, em Abril poderá ser simbolicamente considerado um acto de Liberdade? Vou acreditar que sim. Porque a luta das mulheres faz-se todos os meses, todos os dias. A nossa emancipação começa na rua! “Anything a man can do I can do bleeding”
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Última leva de retratos de mulheres bravas 💪
8 de Março de 2026 - Avenida da Liberdade, Lisboa.
“Angry women will change the world!” . Retrato “Angry women will change the world!”
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Retratos feitos durante a marcha pela Libertação de todas as Mulheres em Lisboa, a 8 de Março de 2026.
Celebrar Março, em Abril poderá ser simbolicamen Celebrar Março, em Abril poderá ser simbolicamente considerado um acto de Liberdade? Vou acreditar que sim. Porque a luta das mulheres faz-se todos os meses, todos os dias. A nossa emancipação começa na rua! 💪
“Liberdade, porra!”
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8 de Março de 2026 - Avenida da Liberdade, Lisboa.
Hoje, 8 de Março de 2026. Chamaram-lhe Dia Inter Hoje, 8 de Março de 2026. Chamaram-lhe Dia Internacional da Mulher, como se bastasse um dia no calendário para conter a história inteira da nossa luta. Não basta. O caminho é ainda longo. Tão longo como a própria teimosia da injustiça. Hoje o meu pensamento atravessa o Mediterrâneo e pousa no Médio Oriente, onde tantas mulheres vivem sob o peso da violência, enquanto o resto do mundo observa com uma indiferença cómoda de quem não tem as bombas a cair no próprio céu. Subjugadas num cenário de destruição, estas mulheres são uma vez mais convocadas para a mais antiga das batalhas: existir com dignidade. Escrevo a partir do meu privilégio de mulher ocidental, bem sei. Mas a minha liberdade é ainda muito imperfeita, incompleta e demasiadas vezes hipócrita.
E precisamente por ter consciência disso, não me é permitido o luxo do silêncio. Enquanto houver memória, haverá também quem continue a dizer, contra todas as guerras e todos os silêncios, que a liberdade não pode nascer da violência. Que estas mulheres não caiam na névoa do esquecimento. Porque metade do Mundo são mulheres e a outra metade, os filhos delas. Seguimos juntas! Ninguém larga a mão de ninguém. * na foto, da direita para a esquerda: Abeer, a sua mãe e a sua tia. Salalah - Omã, Janeiro de 2026
📷Fuji XT20 @fujifilmxpt ENG - on the comments
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